Facilitação Gráfica

Facilitação Gráfica

Tendo sua origem na década de 1970, a facilitação gráfica foi inspirada na forma de trabalho colaborativo de arquitetos e designers, que fazem o uso interativo de imagens para encontrar soluções para problemas identificados por eles. Hoje podemos dizer que a facilitação gráfica tem sua origem no design thinking, apesar deste termo só ter surgido décadas depois.

As principais aplicações deste trabalho são: a facilitação de grupos, ou como nós chamamos as interações visuais, e o registro gráfico de palestras, aulas, conferências, entre outros.

As interações visuais constituem a aplicação da facilitação gráfica que explora seu maior potencial. Nesse processo as imagens servem de apoio para a condução de grupos, a fim de facilitar a compreensão de determinado assunto, a resolução de problemas ou a tomada de decisões. Ou seja, nesses casos o facilitador gráfico interage com o grupo e a criação do painel se torna coletiva, feita pelo facilitador e pelo grupo. Devido a sua complexidade criamos o espaço das interações visuais, dedicado somente apresentação deste desdobramento.

O registro visual é o desdobramento da facilitação gráfica, mais conhecido e aplicado no Brasil. Nesse caso, o papel do facilitador gráfico é apenas escutar o que o palestrante ou o grupo estão dizendo para organizar visualmente as ideias em um painel composto de palavras e imagens. Este painel auxilia a memorização dos conteúdos, a tangibilização do trabalho em desenvolvimento e a transmissão do conteúdo para outras pessoas, por meio do envio das imagens. Esta seção se dedica a explicar e apresentar trabalhos anteriores desta aplicação da facilitação gráfica, ou seja, do registro visual.

 

By |2019-04-30T11:59:58+00:00abril 30th, 2019|Facilitação Gráfica|0 Comments

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